quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Heavy Metal Online: Comunicação visual, você está fazendo a coisa certa?



Mais um tiro certeiro de Clinger Carlos Teixeira e o Heavy Metal Online! Nesta edição, de número #78, o apresentador abordou mais um assunto de extrema importância para artistas e promotores de eventos de Metal no Brasil: A comunicação visual.

Fazendo um paralelo entre a marca da sua empresa e seus serviços prestados com a imagem das bandas (logotipos e capas) e de produtores (cartazes de shows e turnês), Clinger mostrou pontos positivos, negativos e algumas falhas rotineiras na hora de trabalhar neste setor, veja:

Nesta edição, também é possível conferir um bate papo com o guitarrista brasileiro Guilherme Miranda, que atualmente faz parte do grupo sueco Entombed A.D., onde o músico comenta um pouco sobre a cena underground internacional, fazendo uma comparação super interessante com a do Brasil. Outras bandas entrevistadas pelo programa é Witchhammer e Viper, onde ambas falam um pouco dos seus momentos atuais e projetos futuros. Além dos famosos blocos 3x3 e 3x1, onde o HEAVY METAL ONLINE apresenta de maneira dinâmica inúmeros artistas espalhados pelo país.

Para conferir os programas anteriores: https://www.youtube.com/user/heavymetalonline/videos
Contato: contato@heavymetalonline.com.br
Sites relacionados:
https://www.sanguefrioproducoes.com/
http://heavymetalonline.com.br/
https://www.facebook.com/heavymetalonline.brFonte: Sangue Frio Produções

sábado, 2 de dezembro de 2017

Resenha:Necromancer - Forbidden Art (2014)


O Necromancer foi formado no final de 1986, quando dois irmãos (Luiz Fernando e Luiz Cláudio) juntaram-se a amigos comuns e colegas de colégio. A formação original era: Marcelo Coutinho (vocais), Robert Haulfon (guitarra), Luiz Fernando (guitarra), Alex Rocha (baixo) e Luiz Cláudio (bateria). A ideia inicial do grupo era trabalhar dentro dos gêneros Heavy/Thrash Metal, com influências de grupos como: Slayer, Kreator e Destruction.

Com aquela clássica junção de Death com Thrash,a banda Necromencer que contem apenas um álbum em sua discografia o "FORBIDDEN ART" de 2014, álbum que resenho nesse artigo !

O material da banda não deixa nada a desejar ! faixas cadenciadas (até demais),Riffs consistentes e as vezes sujo, solos técnicos que em media são dois por musica,Vocal agressivo,porem efetivo;baixo aparecendo algumas vezes,mas sem algo marcante.

Os pontos negativos do material: faixas quase idênticas(muda uma coisa ou outra) não precisar ter uma mudança radical em cada musica ,mas é bom ter coisas diferentes(elementos) dentro de um álbum.as vezes fique um pouco desligado,um ou duas vezes por causa do primeiro fator citado.uma pegada mais vibrante do baixo pode chacoalhar as coisas para um lado mais eufórico por parte do publico.em Geral a banda realmente me deixou contente !

O material tem dois tipos de estrutura. da primeira até a sexta as faixas se interligam(instrumental arrastado,cadenciado) e depois entre as faixas 07 e 09 o som ficou mais"DIRETO" ,mais agressivo e mais dinâmico .essa mudança de tom achei algo que surpreendente e bom para o som da banda,mostrar dois lados da mesma moeda abre portas e no caso de um primeiro álbum e bom porque não deixa fixo que a banda seguirá aquela vertente/estilo.

Parabéns para os membros da banda ! 

A arte gráfica é LINDA,esse rosto com esses galhos...! o encarte é simples,porém informativa com as letras e fotos dos membros da banda.

Destacadas deixo as faixas "Middle Ages" e "The Rival".



FAIXA A FAIXA:
Logo em sua primeira faixa que é uma introdução, a banda já mostra aquilo que veremos no álbum !

Faixa dois:"Necromancer" faixa com um pouco de cadencia,bateria e guitarra em um trabalho simples ,porem com muita competência ! e uma guitarra que demostra um ótimo solo.
Faixa três:"Deadly Symbiosis" faixa que começa com quebradas leves,guitarra puxando sua atenção para o seu solo e seu riff que contém muita cadencia.
Faixa quatro: "Dark Church" Riff parecido com os anteriores ,porem com uma pegada diferente por parte da bateria,solo rápido e dinâmico com leves subidas e caídas de escalas, alem de dois solos também temos nessa faixa um mini solo de baixo,que é o ponto alto da faixa em questão !
Faixa cinco: "Havocs and Destruction" realmente tenho uma “queda“ por introduções desse tipo que depois de uma guitarra limpa, vem a bateria e começa a festa com aquela mesma maldade na guitarra , até em tão o melhor riff do material.depois o vocal e a bateria dominam a musica .
Faixa seis: "Middle Ages" que isso em ! riff super inteligente e ainda marcante ! a junção desse riff com o vocal ficou algo realmente aterrorizante e mini solos que lembram um Doom Metal do Saint Vitus,não só o riff ,mas também o esqueleto desta faixa,porem com uma guitarra mais rápida. um ultimo adendo a essa musica, o riff aos 3:50 é algo sensacional!
Faixa sete: "Plundered Society" essa é a faixa mais direta e "Rápida" até então no álbum,técnico,sujo e com o vocal se colocando a frente dos demais elementos.
Faixa oito: "The Rival" segunda faixa mais pequena em questão de duração do material.Rápida,agressiva e bem suja também ,parece que em seu final de material a banda optou por algo mais "DIRETO"!
Faixa nove: "Desert moonlight" opa um riff magnifico,com a bateria metralhando kkk momento único meus amigos. Rápida com vocais emocionantes que te colocam quebro da faixa.



A formação atual da banda é: 
Marcelo Coutinho-Vocal
Luiz Fernando-Guitarra
Alex Kaffer-Guitarra
Gustavo Fernandez -Baixo
Vinicius Cavalcanti- Bateria

Musicas:
1 - Necromantia (Intro)
2 - Necromancer  
3 - Deadly Symbiosis 
4 - Dark Church
5 - Havocs and Destruction
6 - Middle Ages  
7 - Plundered Society
8 - The Rival 
9 - Desert Moonlight

Nota:8,0

Adquira o álbum:

Redes Sociais:

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Resenha : Dying Suffocation - In The Darkness Of The Lost Fores


“In The Darkness Of The Lost Forest” é o primeiro álbum complete da banda DYING SUFFOCATION, e os caras acertaram a mão nele, principalmente por conta do seu Doom Metal, que em momentos flerta com o Death, ser bem engajado no que o estilo prega como estética.

A afinação é bem baixa, deixando tudo muito grave, contribuindo assim para um peso absurdo em todas as composições que fazem parte desta bolachinha. Distribuído pelo pessoal da MS e, estranhamente não lançado por eles, o trabalho é bem embasado e a sua temática narrativa é a segunda parte de uma história, que será finalizada com o lançamento do seu próximo EP.

A sonoridade é bem coesa, reflexo também de uma excelente pós-produção. Trabalhos com tons tão baixos são extremamente difíceis de se masterizar, mas aqui, felizmente, tudo soa no seu devido lugar e sem qualquer tipo de confusão sonora. Deste modo, pode ouvir as ótimas “The Angels” e “When I Die” sem medo, pois o DYING SUFFOCATION vai conseguir te transportar rapidinho para o mundo sombrio da música extrema.

Mais um grande trabalho que chega à luz do dia, de uma banda que merece muito reconhecimento por parte da nossa cena. Agora fazendo parte do catálogo de uma major, imagino que os próximos trabalhos terão ainda mais amplitude em termos de suporte.

Nota: 09.0/10.0

Por Ruan Nakamura

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Resenha: The Undead Manz - The Rise Of The Undead



Partindo de uma proposta mais moderna, a banda THE UNDEAD MANZ, chega ao mercado com seu primeiro álbum, intitulado “The Rise Of The Undead”, tentando revigorar no país um nicho que não é tão bem aceito. Mas será que conseguiram tal feito? É o que vamos descobrir…

Estes caras podem até não mudar o foco do público para o estilo que abraçaram, mas pelo menos eles estão fazendo a parte que lhes cabe. Tendo como referências bandas como Deathstars, Godsmask e Sevendust, estes brasileiros ligam o “foda-se” para as tendências e se desventuram por terrenos tortuosos, sempre com muita personalidade. As composições apresentadas neste disco não soam complexas, aliás, é na simplicidade que o quarteto me ganhou. Ouvir músicas como “OBM” e “Fearless” é tarefa fácil e por demais prazerosa, mesmo que eu não tenha tanto contato com este estilo.

Contando com um visual condizente com sua proposta musical e, agora, tendo uma gravadora major por trás, o THE UNDEAD MANZ tende a crescer cada vez mais, principalmente no exterior, onde, certamente, conseguirão respeitabilidade de forma mais rápida.

Nota: 09.0/10.0

Por :Ruan Nakamura

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Pandemmy: Lançado o videoclipe de “Circus Of Tyrannies”


Os pernambucanos do PANDEMMY acabam de apresentar seu novo videoclipe para a faixa “Circus Of Tyrannies”, do atual álbum “Rise Of A New Strike”.
O trabalho audiovisual, que apresenta de forma oficial Rayanna Torres nos vocais, traz uma mescla de imagens da apresentação no “II Hellcifest” e cenas do documentário “Loose Change 9/11”, do diretor americano Dylan Avery, abordando os questionamentos até hoje não respondidos sobre os atentados do 11/09/2001, casando perfeitamente com o tema lírico da música. O processo de edição ficou a cargo novamente de Jeovani Morais (Demoniah). Confira:

“Rise Of A New Strike” é o segundo full length do PANDEMMY, divulgado oficialmente em 2016, o álbum será lançado no formato físico ainda em 2017 e já pode ser encontrado nas principais plataformas de streaming. Confira alguns links:
Spotify: https://open.spotify.com/album/0G8tDRYt4z5ojkq1NLmkbY 
Dezzer: http://www.deezer.com/br/album/43325941
iTunes/Apple Music: https://itunes.apple.com/br/album/rise-of-a-new-strike/1249745548
Claro Musica: http://us.napster.com/artist/pandemmy/album/rise-of-a-new-strike-explicit
Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
Sites relacionados:
https://www.facebook.com/pandemmyofficial/
http://pandemmy.blogspot.com.br/
http://www.sanguefrioproducoes.com/artistas/Pandemmy/44Fonte: Sangue Frio Produções

terça-feira, 31 de outubro de 2017

[HEAVY METAL ONLINE] Documentário: “Por que o Metallica é tão grande?”


Mais um grande documentário do, já conhecido, programa web televisivo HEAVY METAL ONLINE.

Intitulado com a pergunta “Por que o Metallica é tão grande?”, o mais novo trabalho do canal, capitaneado pelo apresentador Clinger Carlos Teixeira, traz diversos depoimentos focados na estratégia de trabalho usada pelo lendário Metallica e o que fez esta banda se tornar um ícone no Metal mundial.

“Não é um documentário que vai contar a história do Metallica, como temos muitos nas redes sociais. Iremos tentar entender o porquê eles se tornaram tão grandes e bandas da mesma geração e tão boas quanto, não chegaram onde o Metallica chegou.” - Comenta o idealizador do projeto Clinger Carlos Teixeira.
Assista agora:


Entrevistas: Antônio Celso Barbieri, Ideraldo Maia, Dewindson (Wolfheart), Jairo Guedz (The Mist), Alexandre Melo, Lucas Gurgel, Brian Tatler (Diamond Head), Alisson Zakka, Valcir Chalas (Woodstock Discos) e Cliff Biard.

Para conferir os programas anteriores: https://www.youtube.com/user/heavymetalonline/videos
Contato: contato@heavymetalonline.com.br
Sites relacionados:
http://www.sanguefrioproducoes.com/
http://heavymetalonline.com.br/
https://www.facebook.com/heavymetalonline.br
Fonte: Sangue Frio Produções

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

O Melhor do Rock; Músicas, interatividade, a participação do ouvinte e muito mais.


Neste sábado 21/10 estará no ar mais uma edição do programa ‘’ O Melhor do Rock ‘’ as 19h00min horas. Será destaque no programa a banda Eroc.


Teremos ainda uma entrevista com a banda Lasting Maze, dentro do quadro mycrofonia com Magnólia Calegario.




Você pode pedir a sua música, através dos números: 083 99197 - 1127 OU 083 3265 - 1092, ligue ou mande seu SMS.